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| Quero ir embora para Pasárgada, ser amigo do rei como Bandeira. Ou ouvir o gorjeio dos pássaros de Gonçalves Dias. |
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Eu tenho tudo que quero, faço o que me dá vontade mas o principal não possuo: felicidade. Pra que serve a vida se não a busca da "tal" felicidade?
Sempre fui assim, enjoado com as coisas. Canso rápido do dia, das pessoas, de mim. E olha, pra ser sincero nem sei o motivo.
Talvez porque viver seja algo estranho de se pensar. A gente trabalha, dorme, acorda e repete tudo. Tudo mecânico, sempre as mesmas coisas. E isso me deixa profundamente deprimido.
Somando a isso, ao meu redor estão pessoas que nunca deram o mínimo apoio nas decisões, mas sim, sempre fazendo críticas. Só me sinto bem quando converso com pessoas desconhecidas. Sim, tenho esse hábito de puxar papo com alguém na rua, na fila do supermercado, no cinema... Porque é uma coisa sem compromisso, não precisamos saber um da vida do outro, não precisamos nos queixar, apenas ficar na superficialidade.
Aliás, muitos costumam pensar que sou uma pessoa superficial. Na verdade tenho preguiça de pensar. Preguiça de desabafar. Preguiça de mandar tomar no cu o que me irrita. Acho que depois de anos me enchendo, passei a levar tudo na "santa paz", fingir que não me importo.
Não quero mais me importar. Não quero saber o que você pensa sobre isso.
Boa noite. |
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| Sonhei que eu era o Geroge Clooney e era casado com a Angelina Jolie. Eu era viciado em jogos de carta, gastava toda a grana e ficava cheirando pó. Minha esposa, Angelina, era brava, brigava comigo sobre os jogos mas era viciada em caça níqueis. Eu trabalhava como professor de musculação a noite e de dia não lembro o que fazia. |
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Uma peça que escrevi pra aula de administração.
Resumo:
A peça consiste em mostrar características do perfil do novo administrador. Há um narrador que enumera tais características e em seguida é mostrada uma situação, de forma irônica, de uma empresa com administradores cabeça-dura.
Personagens:
1 narrador
6 funcionários
1 funcionária perua
1 funcionário autocrítico
1 funcionária no celular
1 chefe
CENA 1
NARRADOR:
O mercado de trabalho está passando por profundas transformações neste início de século. Globalização, descentralização, terceirização, reciclagem de conhecimentos.
Estamos agora observando um ambiente empresarial escolhido ao acaso.
Para isso o perfil do administrador deve englobar características que o tornem um administrador que aprende, e, no entanto, dispor de alguns requisitos básicos para a aprendizagem organizacional.
Uma característica é a Curiosidade intelectual e a capacidade de coletar e disseminar conhecimentos:
CENA 2
Nesta cena estão dois funcionários um tanto quanto afeminados fofocando.
FUNCIONÁRIO 1:
Gente, viu o arebabado forte na novela? O que era aquela roupa super luxo da Melissa Cadori?
FUNCIONÁRIO 2:
Hello, eu não vejo essa novelinha indiana não. O programa do momento é A Fazenda. Miro Moreira arrasou lá hein. Que corpo.
FUNCIONÁRIO 1:
Falando em corpo, você não vai acreditar criatura, chuta!
FUNCIONÁRIO 2:
Han...
FUNCIONÁRIO 1:
Nossa, você é bem burro mesmo hein colega. Vi agora pouco no site Ofuxico, Paulinho Vilhena foi flagrado tomando Sol na praia.
FUNCIONÁRIO 2:
Ah é, me manda o link!
FUNCIONÁRIO 1:
Tá bom, entra lá no msn que te passo. Desculpa se sou inteligente tá?
CENA 3
NARRADOR:
Bom, não era bem isso que eu quis dizer com "Curiosidade Intelectual" né, mas tudo bem. Devem ser estagiários. Não sabem o que fazem.
Uma característica do novo administrador é ter modéstia, não querer se sobressair pisando nos outros.
CENA 4
Nesta cena está um funcionário com uma funcionária. Ela está toda maquiada, com roupa de balada, decote, está se maquiando e se olhando em um espelho pequeno que tirou da bolsa.
FUNCIONÁRIO 3:
Poxa, você está bem gata hoje hein.
FUNCIONÁRIA PERUA:
Eu sei.
FUNCIONÁRIO 3:
É sério o que eu estou te dizendo. Acho você linda sempre, mas hoje... hmmm... Meu coração bateu mais forte por ti.
FUNCIONÁRIA PERUA:
Eu sei, os homens sempre dizem isso pra mim.
FUNCIONÁRIO 3:
Mas não ache que é uma cantada nem nada. A gente é colega de trabalho, só estou elogiando mesmo...
FUNCIONÁRIA PERUA:
Bom, se não está me cantando, vasa! Você está cansando minha beleza.
FUNCIONÁRIO 3:
Nossa, mas...
FUNCIONÁRIA PERUA:
Mas nada. Eu sou uma morena linda e curvilínea, acha que vou ficar aqui conversando com um rapaz qualquer? Sai daqui Leandro!
FUNCIONÁRIO 3:
É Leonardo meu nome, lembra que a gente fez Faculdade junto?
FUNCIONÁRIA PERUA:
Que seja. Mas vai, sai daqui. Está me estressando. Stress dá rugas e rugas não combinam nada com meu lindo rostinho, meus sapatos Prada e minha bolsa Louis Vuitton.
CENA 5
NARRADOR:
Está difícil achar um novo administrador nessa empresa. Mas tenho fé que agora vou conseguir encontrar um.
A próxima qualidade: Autocrítica vigilante
CENA 6
Nesta cena um funcionário está triste pelo fim recente do namoro. Está desabafando com colegas de trabalho.
FUNCIONÁRIO AUTOCRÍTICO:
Cara, to muito mal. Ainda não acredito que terminei com a Fernanda.
Poxa a gente estava se guardando pro casamento...
FUNCIONÁRIO 4:
Mas o que rolou, muita briga?
FUNCIONÁRIO 5:
Você chifrou ela?
FUNCIONÁRIO AUTOCRÍTICO:
Nada disso, acho que o erro foi todo meu. Eu sou um péssimo namorado.
Eu queria um namoro perfeito, enchia ela de presentes.
FUNCIONÁRIO 4:
Estranho, isso devia ser bom né?
FUNCIONÁRIO 5:
Ah, mas você mimou de mais ela.
FUNCIONÁRIO AUTOCRÍTICO:
É, eu errei. Eu sou um péssimo namorado. Também fui muito meloso, ficava ligando toda hora, pra saber como ela estava ou chamar pra sair.
FUNCIONÁRIO 4:
Pois é, eu lembro que você vivia no telefone com ela.
FUNCIONÁRIO 5:
Cara, faz assim. Liga pra mim. Na minha operadora quanto mais ligações recebo, mais bônus eu ganho.
FUNCIONÁRIO AUTOCRÍTICO:
Eu sou um péssimo namorado. Me odeio. Levei ela pra Paris, Londres, Guaratuba.
FUNCIONÁRIO 4:
Mas que mulher não gosta de viajar?
FUNCIONÁRIO 5:
Nossa, até Guaratuba. Que romântico.
FUNCIONÁRIO AUTOCRÍTICO:
É eu sei. Eu errei, sou um péssimo namorado. Fui romântico de mais.
Queria me matar, mas sou tão looser que nem pra fazer isso tenho coragem.
FUNCIONÁRIO 4:
Cara, não pensa assim. Todo mundo passa por isso.
FUNCIONÁRIO 5:
É cara, troca de mulher, chega de loira na sua vida.
FUNCIONÁRIO AUTOCRÍTICO:
Eu sou muito ruim. Eu erro de mais. E a Fernanda acabei descobrindo ontem que não é 100% mulher, tem um acessório a mais (faz movimento com as mãos indicando pênis). Sério, eu sou muito burro.
CENA 7
NARRADOR:
Bom, esse pelo menos foi autocrítico.
O perfil do novo administrador tem como característica a capacidade de imaginar futuros alternativos.
CENA 8
Nesta cena há uma funcionária falando ao celular.
FUNCIONÁRIA NO CELULAR:
Oi amor, estou te ligando pra saber o que você quer comer no jantar de amanhã.... é, estou indo no mercado, hoje já é Segunda-feira, não dá pra deixar pra depois.... não, não estou indo agora não, são 7 da manhã, mas é que quero ter tudo planejado.... não, não da pra pensar, tem que me dizer agora. Poxa eu vou sair daqui as 19 horas, vai estar um transito infernal, vou ir no mercado e não vai ter batata pra maionese de domingo, daí vou ter que ir em outro mercado onde estão vendendo batatas com um preço mega caro... olha, seguinte, não vou mais no mercado. Vou acabar indo na mercearia. Vou comprar aquele shampoo anticaspa do comercial com a Nicole das Pussycat Dolls.... eu sei amor que eu não tenho caspa mas estou comprando pra garantir. Vai que daqui uns anos surge.... tem que estar sempre preparado.... amor, eu sei que ainda vai existir shampoo anti caspa mas não tão eficiente quanto o da Nicole... não, eu não sou a mãe Diná... olha, quer saber, vai você no mercado. Já sabia que você ia me irritar, nem sei porque te liguei. Vou aproveitar e ler o seu futuro... você vai estar de pijamas dormindo no sofá da sala. Passar bem.
CENA 9
NARRADOR:
Isso que é ter um pensamento sempre a frente.
Pelo menos está próxima do ideal de um administrador da nova era, vocês não acham?
Uma outra característica é ter apetite pelo feedback.
CENA 10
Nesta cena estão os funcionários afeminados da primeira cena. Um deles está desembrulhando um sanduíche do papel alumínio para comer.
FUNCIONÁRIO 1:
O que é isso que você vai comer?
FUNCIONÁRIO 2:
Feedback (ele dá então uma mordida no sanduíche).
CENA 11
NARRADOR:
Non-sense. Não acredito que vi essa cena.
Uma coisa que está sendo falada muito no momento é a questão da Responsabilidade Social, a preocupação com o meio ambiente e com direitos humanos.
CENA 12
Nesta cena o funcionário autocrítico, da cena em que diz que terminou o namoro está cuidando de sua plantinha, conversando com ela. Surge então o Funcionário número 5.
FUNCIONÁRIO 5:
Cara, o que é isso? Virou jardineiro agora é? Conversando com a plantinha, coisa de boiola. É trauma de ter perdido a sua namorada?
FUNCIONÁRIO AUTOCRÍTICO:
Não quero mais falar dela...
FUNCIONÁRIO 5:
Dele, no caso.
FUNCIONÁRIO AUTOCRÍTICO:
Ah, que seja. Agora vou me dedicar às plantas, elas não falam, não reclamam, não pedem presentes. E não deixam de ser um ser vivo.
FUNCIONÁRIO 5:
É, você só tem que tomar cuidado com uma planta.
FUNCIONÁRIO AUTOCRÍTICO:
Qual?
FUNCIONÁRIO 5:
A trepadeira.
FUNCIONÁRIO AUTOCRÍTICO:
Nossa, como você é engraçado.
FUNCIONÁRIO 5:
Valeu. Mas olha, já que você está nesse clima todo natureza, viu o que o pessoal do RH enviou por e-mail? Eles vão domingo fazer um trabalho voluntário. Vão tirar lixo do rio aqui do lado, plantar algumas mudas de árvore.
FUNCIONÁRIO AUTOCRÍTICO:
E?
FUNCIONÁRIO 5:
É uma boa tarefa pra você se ocupar. Não ganha nada em dinheiro mas quem ganha é a natureza.
FUNCIONÁRIO AUTOCRÍTICO:
Bem capaz que vou ficar lá no meio do mato com os animaizinhos e floresta, me sujando de barro e gritando paz e amor. depois eu que sou o boiola né?
CENA 13
NARRADOR:
É gente, dei bola fora. Fui escolher uma empresa que não tinha ninguém com o perfil ideal de administrador. Mas garanto que se o patrão deles percebessem o que estes funcionários estão fazendo, já ia dar um jeito neles. Aliás, vamos dar uma olhaDa no chefe agora. Este deve ter a característica do novo administrador: Predisposição à experimentação.
CENA 14
Conversa de um funcionário com o chefe:
FUNCIONÁRIO 6:
Chefe você podia dar uma olhada nesses documentos, tive uma idéia de...
CHEFE:
Não.
FUNCIONÁRIO 6:
Mas chefe, é uma idéia pra mudar o...
CHEFE:
Não.
FUNCIONÁRIO 6:
Com essa mudança o lucro da nossa empresa vai...
CHEFE:
Não. Mais alguma coisa?
FUNCIONÁRIO 6:
Não chefe, obrigado.
CENA 15
NARRADOR:
Bom pessoal, acho que vou parar por aqui. É algo muito novo, pessoal ainda está se adaptando às mudanças.
Essas mudanças passam por uma série de resistências. Transformações repentinas dentro e fora das empresas estão aí.
Se o administrador não se tornar um "novo administrador", não se colocar na situação de um eterno aprendiz... bom, é melhor nem comentar o futuro dele. Acho que vocês já entenderam o que acontecerá.
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| Novamente tive sonhos bizarros. Eu era um médico, trabalhava com uma equipe de 4 pessoas. Meu irmão estava isolado em uma espécie de cela de vidro à prova de balas. Ele estava sofrendo uma mutação sem motivo, ficava enorme, violento, um monstro. Corríamos no laboratório para descobrir a cura. De repente ele ficou super furioso e destruiu todo o vidro, veio nos atacar. Destruiu todo o laboratório, estraçalhou os outros cientistas. Quando veio me atacar, não tive como me defender, peguei a primeira coisa que vi, um aerosol que estava no armário e espirrei na cara dele. Com isso, ele acabou reduzindo o tamanho, agressividade e voltando a ser quem ele era. Então fiquei sempre com um aerosol tentando descobrir a cura dele. Trouxe ele de volta pra casa, sempre espirrando aerosol na cara dele. Era estranho, ele não dormia, gravava os programas de tv da tarde para ver de madrugada e eu por consequencia não podia dormir, pra ficar espirrando aerosol na cara dele. Só que em um determinado momento, não fazia mais efeito espirrar nele, ele estava se transformando de novo. Há um trecho do meu sonho que não me lembro, só sei que uma hora peguei uma seringa com uma substância amarelo-ovo e brilhante, injetei nele. Ele parecia então estar curado. Passaram-se meses, estávamos todos jantando na mesa, Veio um pressentimento de que ele ia se transformar de novo. No instinto, pulei da janela, meus dedos pareciam garras, eu consegui enfiá-los na parede e escalar o prédio. Era eu quem estava me transformando. Acordei. |
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| Sonhei que chovia tanto que a água já havia subido 30 metros. Tínhamos que ficar no topo dos prédios. Era estranho, porque dias estava assim, nessa situação e o pessoal começou a se acostumar. Já faziam shows, alguns vendiam planos de academia, tudo lá do topo. Em uma certa noite, ouvimos um barulho muito estranho. Era a água baixando o nível... e os mortos vivos subindo pros prédios. Nessa hora era cada um por si, muitos pularam do topo dos prédios, mas acabaram morrendo, pois a água baixou rapidamente. Percebi que esses mortos-vivos eram atraídos pela luz. Fui até um posto de gasolina, haviam alguns carros aglomerados ali. Taquei fogo em tudo. Os mortos-vivos atraídos pela luz se jogaram no fogo. Morreram de vez. Mas ninguém quis me ajudar, ficavam só chorando, já que alguns dos mortos eram seus conhecidos. Me irritei. Acordei na vida real. |
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| Sonhei que eu tinha que preparar um discurso pro Nicolas Sarkozy para ser pronunciado por uma criança. Ele fez seu discurso, então uma criança de 5 anos fez o que escrevi, era um discurso contra o Nicolas, a criança apresentou com uma Barbie, fingindo que estava fazendo a voz dela. O discurso foi bem aplaudido, Nic saiu esbravejando. Eu e ele pegamos o mesmo elevador, que por sua vez deu pane, ele ficava ameaçando que ia despencar, escapamos dele e logo depois o elevador caiu. Fui para o estacionamento, pois começou a chover muito. Lá encontrei Hebe Camargo, que pediu para eu sair dali, a chuva estava aumentando e alagando o estacionamento. Eu disse que nem era tanta a chuva, mas quando deu um passo para trás o estacionamento estava alagado, os carros boiando e eu quase me afoguei numa profundidade de mais de 2 metros. Realmente Hebe estava certa. Fui salvo do afogamento por alguém que não me recordo agora, mas era alguém que eu não ia com a cara. |
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"You know, it's not hard to see that there's this great imbalance, and
that things aren't right. You know, I know that... but for me i suppose
it really hits home if I stop and think about this moment. Cause it's
happening right now. In the same moment you have a generation who are
sitting around entertaining themselves watching reality television
which to be honest is anything but real... while you have a child who's
being prostituted behind closed doors and robbed of their innocence.
Its not fair that we can go about consuming every single material
option that comes or way while the widow and orphan are stripped of
life's basic dignities because they're victims of a conflict that
simply isn't theirs. Its not fair that there's a generation who are
choking on their obesity while at the same time there's 30,000 children
who will die today for lack of food.
Its not fair that we have no problem going about sending 3 or 4 dollars
on what is basically glorified tap water in a bottle with a fancy label
while you have entire communities who suffer at the hands of disease
because the only water that they have access to is foul and polluted.
Its not fair that we can sing and dance and jump around in our freedom
and in our liberty while at the same time the slave remains captive out
of sight and out of mind.
Its not fair that we can sit and watch the evening news from the
comfort of our living rooms and pity those who lived where the storm
hit or the ground shook or where the water rose and simply feel sorry
for them and then change the channel and get on with supper.
Is it fair to walk past the homeless man and give him nothing in the
assumption that he'll spend it on booze or cigarettes or to suggest
that he should go out and get a job. I mean who are we to judge the
alcoholic or the prostitute or the addict or the criminal as if we are
any better. Who are we to forget the downtrodden or the oppressed or
the marginalized while we go about chasing the dream.
We see this imbalance and we go, man that's not right... thats not fair
but all too often thats all we do. Because for us to do any more is
actually going to cost us something.
And if that's where it ends, perhaps then it's fair to say that, we
ignore the prostituted child, that we actually lend our hand to their
abuse. That when we ignore the widow and the orphan and their distress
that we actually add to their pain. When we ignore the slave who
remains captive that it's us who's entrapping them. That when we forget
the refugee that it's us who's displacing them. That when we choose not
to help the poor and the needy that we actually rob them.
Perhaps the only fair thing to say is that when we forsake the lives of
others we actually forsake our own." - Joel Houston |
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| Já dizia David Riesman: "Homem sincero é aquele que acredita em sua própria propaganda". |
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Pra quem usa Orkut, no blog do Orkut postaram sobre a nova função (que achei totalmente desnecessária) sobre detector de rostos em fotos. Eu sei reconhecer um rosto e se eu quiser eu marco, agora ficou um lixo Orkut cheio de quadrado em tudo quanto é rosto. Enfim, postaram este comentário lá no blog, que achei muito interessante, vou colar aqui pra vocês:
Com tanta coisa ÚTIL a ser feita e talvez implementada no sistema, a administração se preocupa com "firulas" completamente absurdas e desnecessárias com este recurso...!!!
Por quê não se preocupar com a dinâmica dos SCRAPS que são acusados de "spam" em qualquer instância e não há como se "dizer que não" ao sistema...!! Temos impedido nosso direito de comunicação MESMO QUANDO o scrap NÃO É "spam"...!!!
De outra forma, volta e meia algo "some" sem NENHUM aviso ou notificação do sistema, deixando descrições de perfis e/ou de comunidades VAZIAS - como já acontece comigo e outros que conheço... O sistema AO MENOS poderia implementar um sistema de AVISO em (digamos) 24h, onde o úsuário, dono de um perfil ou de uma comunidade, pudesse ser AVISADO de que seu conteúdo poderá ser deletado e NO QUE está incorrendo em erro, tendo, assim, a possibilidade de correção de algo que possa vir a ser contra qualquer norma ou regra do sistema...! Assim não se perderiam coisas e informaçõs ou formatações importantes tanto em perfis quanto em descrições de comunidades...!
ISTO É MUITO MAIS IMPORTANTE DO QUE QUALQUER MARCADOR DE ROSTOS EM FOTOS....
Espero que os avalistas (se há) de respostas a estes fóruns se atentem destes detalhes e passem para quem for de direito conhecer e, quem sabe, antes que aspessoas acabe migrando para outros sistemas mais estáveis e/ou menos cheios de bugs, ou simplesmente "diferentes", por não aguentarem mais os constantes "sumiços" de informações ou "bloqueios" de comunicação entre perfis devido ao constante "medo" de spam...
Obrigado.
Buzz |
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| O mundo é povoado de seres Em-si, existentes para suprirem uma necessidade: a de criar Seu Criador. |
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| Sonhei que o Sol esquentava de mais, ele estava prestes a morrer, então cusaria uma grande explosão que queimaria a Terra inteira. Mas na Terra haviam poucas pessoas que ainda sobreviviam. Eu estava lá, mas eu não era eu e as pessoas eram um pouco diferentes. Eram espécies de pessoas muito diferentes das atuais. Eu e alguns da minha espécie por exemplo, tínhamos orelhas bem compridas e pontudas. Outros um queixo comprido e dividido, a parte logo acima do lábio e abaixo do nariz era parecida com a de um coelho. As outras duas espécies eu não tinha muito contato e não pude notar as características. Eu tinha que me manter afastado deles pois estes não era muito sociáveis, o pessoal falava que eles eram do mal. A semelhança entre todos nós é que tínhamos cabelos muito compridos e usávamos roupas futurísticas mas que lembravam a era medieval. Fomos todos levados para habitar outro planeta. Ele se chamava Marte-Alguma coisa (ele possuía um sobrenome, mas não era Marte do nosso sistema Solar). Lembro que de longe consegui ver o clarão do fim do Sol. Já no outro planeta, era bem parecido com a Terra. A grama era bem comprida e macia, amarela, lembrava um pelo de cachorro. Havia um pedaço de areia e um mar bem transparente. Fui dar um mergulho e conseguia respirar entro deste mar, onde haviam alguns seres parecidos com água vivas e outros que lembravam papel vegetal. Ele emitiam uns gritos quando avistaram a gente. Tivemos que construir uma moradia por lá já que todos estávamos abrigados. Depois de tudo construído, não sei de que planeta, mas surgiram pessoas super fortes, atirando com laser e destruindo o que havíamos construído, tive que pular na água e me esconder debaixo de alguns escombris das construções que para lá foram lançadas para me esconder. A guerra havia começado. Acordei. |
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| Hoje tive um sonho com a Renata Ceribelli, ela vestia um tailleur rosa claro quase branco e era apresentadora de um reality show. Neste reality participavam 2 homens e 2 mulheres. Se passava nos dutos do esgoto e eles tinham que ficar fantasiados de Jason (o assassino). A avó de um dos participantes havia sido largada no esgoto sem saber o motivo e o objetivo do Jogo era assustá-la. Como meu celular tocou na vida real, acordei e não pude descobrir como fazer pra ganhar esse jogo. Depois tentei dormir pra sonhar a continuação, mas não consegui. Sonhei então que eu estava num cercado com um monte de gente que nunca vi na vida e eu queria ir no banheiro mijar só que o banheiro não tinha paredes e eu tinha que fazer na frente de todo mundo. Acordei de novo, quase fiz xixi na cama. |
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| Vai ver o céu é como um sonho. E existam vários céus. Nosso céu com nossos pais, amigos, familiares. O céu de nossos pais com os pais deles, avós, o que for. Coisa difícil de se pensar. O ruim é pensar que nada exista depois e que tudo se perde para sempre. |
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| tenho medo das pessoas proximas a mim morrerem, porque tenho medo de perder gente que gosto. e não sei se existe um céu, porque não sei como irão caber todos lá. e quando estivermos lá, como vamos encontrar nossos pais? estaremos todos velhos? como iremos nos reconhecer. e como que poderemos viver juntos lá? porque nós iremos querer ficar com nossos pais, nossos pais lá, irão querer os pais deles e assim por diante. então como todo mundo poderá conviver junto lá? |
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